Nos últimos três anos, uma tendência inusitada atravessou os mercados de colecionismo global: esportivos produzidos entre 1989 e 1999 valorizaram em média 40% ao ano nas principais casas de leilão. Nenhum ativo tradicional chegou perto disso no mesmo período.
Por que os anos 90?
A geração que cresceu vibrando com esses carros — seja nos videogames, nos pôsteres de quarto ou nas competições reais — agora tem poder aquisitivo para realizá-los. É o fenômeno da nostalgia premium: aquilo que foi sonho na infância entra na lista de prioridades quando o bolso permite.
format_quote“O Honda NSX, o Toyota Supra A80 e o Nissan Skyline R34 não são apenas carros. São portais do tempo com motor.”
Além da nostalgia, há um fator técnico relevante: esses veículos representam o ápice do design analógico antes da digitalização total dos automóveis. Sem telas em excesso, sem assistentes de condução que retiram o prazer do volante. São carros que exigem — e recompensam — o motorista.
- checkHonda NSX (1990–2005) — valorização de ~180% em 5 anos
- checkToyota Supra A80 (1993–2002) — unidades bem conservadas ultrapassam R$ 1,2 mi
- checkNissan Skyline GT-R R34 — proibido nos EUA até 2024; leilões acima de US$ 150k
- checkMitsubishi Lancer Evolution IV–VI — valores triplicaram entre 2018 e 2023
No Brasil, o movimento ainda está chegando. Poucos exemplares em bom estado restam no mercado nacional, o que cria uma janela de oportunidade para quem entende do segmento. A ROGU monitora esse mercado de perto e, quando surge a oportunidade certa, a passamos diretamente para nossa base de contatos.