Quem costuma pegar a estrada no Brasil já conhece a cena quase automática: o motorista acelera em trechos livres e pisa forte no freio poucos metros antes da câmera de fiscalização. Esse costume, conhecido nos bastidores como efeito mola, está com os dias contados. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou a realização de projetos-piloto para testar radares de velocidade média em rodovias federais sob concessão em oito estados brasileiros.
Como funciona a medição por velocidade média?
O mecanismo abandona o modelo tradicional de radar pontual, que registra apenas a velocidade instantânea na passagem do veículo. No novo sistema, dois ou mais pontos de leitura ótica trabalham em conjunto. O primeiro ponto lê a placa do veículo e registra a hora exata da passagem. Mais à frente na estrada, um segundo equipamento faz o mesmo registro. Como a distância entre esses dois pontos é previamente conhecida, o sistema calcula a velocidade média aplicando a fórmula básica de física: distância dividida pelo tempo gasto.
Caso o veículo percorra o trecho em um tempo menor do que o mínimo estabelecido para a velocidade limite daquela rodovia, fica constatado que o condutor ultrapassou o teto permitido em algum momento do trajeto. Durante este primeiro período de 180 dias, contudo, o projeto tem finalidade estritamente técnica e educativa. Não haverá emissão de multas ou aplicação de pontos na Carteira Nacional de Habilitação para quem ultrapassar o limite, servindo prioritariamente para calibragem e estudos de engenharia de tráfego.
O impacto no eixo São Paulo e Guarulhos
Para quem circula diariamente pelo nosso corredor entre a Vila Maria Alta, na zona norte da capital paulista, e os acessos rápidos de Guarulhos, esse tipo de fiscalização transforma a tocada ao volante. Falamos de rodovias de altíssimo fluxo como a Rodovia Presidente Dutra (BR-116) e a Rodovia Fernão Dias (BR-381), onde variações bruscas de velocidade causam grande parte dos engavetamentos em horários de pico.
format_quote“A velocidade média vai exigir do motorista brasileiro uma mudança de mentalidade. Não se trata de punir quem tem um carro potente sob o pé direito, mas de incentivar uma condução fluida, segura e constante, eliminando as freadas de susto que tanto geram colisões nas nossas rodovias.”
O papel da tecnologia a bordo para manter a constância
Na nossa rotina de curadoria na ROGU MOTORS, sempre observamos como o perfil do comprador mudou. Veículos com piloto automático convencional ou adaptativo (ACC) deixaram de ser mero capricho estético para se tornarem aliados indispensáveis na gestão de viagem. Em modelos de grande porte como a Volkswagen Amarok Highline V6 ou em utilitários compactos eficientes como o Volkswagen T-Cross 200 TSI e o Jeep Renegade T270, ativar o controle de cruzeiro na estrada evita multas involuntárias e ainda reduz significativamente o consumo de combustível.
- checkFase experimental: os testes duram 180 dias em oito estados e não geram penalidades financeiras imediatas.
- checkFim do efeito sanfona: a medição por trecho desencoraja desacelerações bruscas na chegada aos radares.
- checkEconomia mecânica e de combustível: manter velocidade linear preserva pastilhas de freio, pneus e melhora o consumo tanto na gasolina quanto no diesel.
- checkImportância do piloto automático: equipamentos de assistência ao condutor ganham ainda mais relevância para quem viaja com frequência.
- checkImplementação gradual: cada concessionária definirá o calendário exato conforme a instalação dos equipamentos e sensores.
Acompanhe as tendências do mercado automotivo
A modernização da infraestrutura viária no Brasil reforça a importância de escolher carros com boa tecnologia embarcada, dinâmica sólida e segurança comprovada. Convidamos você a visitar o pátio da ROGU MOTORS no eixo São Paulo e Guarulhos, conhecendo nosso estoque criteriosamente avaliado e pronto para entregar a melhor experiência na estrada.





